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Blog do Palestrante Motivacional Cleiton Basso
 


Trânsito - Sonho ou realidade

 

    

            Esta noite eu tive um sonho. Sonhei que morava num país onde tudo estava desorientado. Honestidade já não se praticava, a ética não existia e as pessoas não valorizavam sequer a vida. Para estas pessoas, viver ou morrer era a mesma coisa. Vi tantas coisas erradas que até chorei. Os governantes, pessoas que no passado defendiam a moralidade, hoje, no governo fazem pior. Os dados estatísticos elaborados e mostrados pelas autoridades não condizem com a verdade. No trânsito deste país muitas pessoas perdem a vida em um evento que eles chamam de “acidente”, mas que na realidade é uma prática comum onde as pessoas matam ou se matam, onde o trânsito se transformou numa guerra na qual não se sabe quem é o inimigo. Neste sonho, descobri que “o trânsito de um país é o espelho das normas de condutas da sociedade”. Vi filhos cometendo imprudência e vi pais ensinando errado, pois os exemplos arrastam e os pais não se corrigem. Vi pais levando seus filhos para a escola sem usar o cinto de segurança, pais transportando crianças com menos de sete anos e ainda sem capacete na motocicleta. Vi pais ensinando seus filhos a dirigir antes da idade que a lei permite. Vi pessoas estacionando em fila dupla, para levar vantagem sobre aqueles que estavam estacionados de forma correta. Vi motociclistas “costurando” no trânsito, ultrapassando pela direita e “furando o sinal”. Vi motoristas dirigindo embriagados e achando que estavam dirigindo melhor. Vi motoristas conduzindo seus carros em alta velocidade, ultrapassando em locais sem nenhuma segurança. Vi motoristas impacientes, que buzinavam a todo o instante, que corriam e que não respeitavam o pedestre na faixa. Vi motoristas que nas rodovias corriam como se o mundo estivesse acabando... Infelizmente, para muitos destes motoristas, o mundo acabou mesmo. Vi pedestre passando fora da faixa. Vi também motoristas que respeitavam as leis, a sinalização, mas que falavam mal dos policiais, dos “pardais” e dos radares. Vi condutores que andam corretamente, mas que davam sinal de luz para os condutores que vem em sentido contrário para avisar que tem polícia na rodovia. Vi motoristas comprando o “guarda” para não ser multado. Mas vi também muitos motoristas honestos, éticos, respeitadores da vida. A maioria dos condutores, felizmente. Mas vi muitos pais enterrando seus filhos ainda novos. E vi muitos filhos enterrando seus pais. Vi famílias inteiras terminarem uma história de vida num único dia, num acidente de trânsito. Ouvi pessoas falarem que tudo isso é fatalidade e que aconteceu porque - “chegou a hora”-  e que Deus quis assim. Ainda bem que foi apenas um sonho.

            Quando acordei... Parecia tudo tão real...

 

                                   Autor: Anacleto Basso - Palestrante de Motivação

Palestrante motivacional com ênfase em segurança no trânsito, tendo já realizado inúmeras palestras em todo o Brasil – sendo um dos palestrantes destaques na área de segurança no trânsito. No site: www.anacletobasso.com.br informações sobre palestra de motivação, conscientização e muito mais.



Escrito por Palestrante Cleiton Basso às 11h02
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Sugestões

Links de Palestras e Palestrantes



Escrito por Palestrante Cleiton Basso às 10h39
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A IMPORÂNCIA DO PERDÃO


O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o
acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.


Autor desconhecido.


Escrito por Palestrante Cleiton Basso às 10h18
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Escrito por Palestrante Cleiton Basso às 10h15
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Quando a equipe produz clientes satisfeitos

Com o surgimento da Internet e a crescente capacidade de banco-de-dados, a aquisição de informações, tornou-se muito mais fácil, permitindo às empresas coletar e filtrar milhares de dados relacionados aos seus negócios, provenientes de diferentes aplicações como ERP (Enterprise Resource Planning) e CRM (Customer Relationship Management). Essas e outras ferramentas proporcionam um êxtase administrativo. Era tudo o que administradores do passado sonhavam, porém um dos maiores especialistas em gestão e administração, Peter Drucker em entrevista reproduzida no site www.Perspectivas.com.br,  diz que  essas facilidades podem perder-se no espaço e no tempo caso a equipe falhe. “A primeira implicação é que cada vez mais precisaremos trabalhar em equipes. Falamos muito, atualmente, sobre trabalho em equipe. Mas até agora não há muita realidade envolvida nessa discussão. Uma das razões é que os executivos ainda acreditam que são os chefes. A maioria dos executivos ainda acredita o mesmo que se acreditava no século XIX, ou seja, que o empregado precisa do empregador mais do que o empregador precisa do empregado - o axioma básico subjacente a toda a teoria marxista. Pessoas da área do conhecimento precisam efetivamente do acesso a uma organização para serem eficazes. Os estudiosos precisam da universidade. Mesmo o maior historiador contribui apenas com uma pequeníssima parcela de conhecimento e educação. O mais capaz dos metalúrgicos precisa ter acesso a uma organização. Individualmente, cada um contribui apenas com fragmentos. O vendedor mais capaz precisa das tecnologias de marketing para prever ou determinar preços, ou a embalagem, ou a distribuição física, e assim por diante. O maior neurocirurgião do mundo será um ignorante se o problema do paciente for uma luxação do tornozelo. Isto posto, cada vez mais trabalharemos em equipes, mas ainda assim saberemos muito pouco sobre a maneira de formá-las, de torná-las eficientes, sobre o tipo de equipe exigido por determinada tarefa etc. Esta é uma das nossas grandes áreas de aprendizado no momento - desconfio que se passarão pelo menos uns vinte anos até que possamos saber quais as perguntas certas a fazer a respeito do trabalho em equipe numa organização. Entretanto, uma coisa está clara: Todos os trabalhadores de uma equipe terão duas responsabilidades. A primeira será direcionar sua contribuição para os resultados a serem alcançados pela equipe. A outra será fazer com que os demais membros do time compreendam que cada indivíduo pode e deve contribuir”.  Nestas palavras Peter Drucker dá um caminho muito interessante para que possa-se alcançar verdadeiramente o sucesso como gestor. A integração de setores, o entender que cada área depende da outra, a ação conjunta e a importância da contribuição individual de cada colaborador, sempre dentro de um quadro onde o fazer correto e bem feito sejam primordiais vai direcionando a empresa para atender com precisão as necessidades e desejos de nossos clientes. Treinar, aprender, conhecer a psicologia da motivação e da valorização do colaborador, respeitando-o e fazendo com que venha a ter evolução pessoal, profissional e financeira são ações que proporcionarão uma equipe consistente e preparada para realmente fazer a diferença dentro deste mercado tão competitivo. Philip Kotler é  quem diz em seu livro Administração de Marketing: “Não faz sentido a empresa prometer serviço excelente antes de seus funcionários estarem preparados para isso”. A transformação precisa ser cultural e certamente estamos em marcha, isso graças aos diversos organismos como SEBRAE, SENAC, Associações Comerciais e outros. muita coisa boa está sendo feita e muito mais há de vir. Pensar no assunto faz bem e é de grande utilidade. Agir então, nem se fala.

Cleiton Basso

Palestrante Motivacional

http://www.cleitonbasso.com.br/ 

 

Escrito por Palestrante Cleiton Basso às 17h39
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Palestrante na TV

Uma participação especial no programa “Nossa Terra, Nosso Orgulho”, leva ao ar aos domingos, terças e quartas, uma mensagem com o Palestrante Cleiton Basso. O programa é veiculado pela TV Sudoeste de Pato Branco – da REDETV

Escrito por Palestrante Cleiton Basso às 17h38
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Palestra de motivação ou palestrante de motivação

Palestras de motivação, palestrantes, mensagens, palestra de motivação em SIPAT, palestrante motivacional para associação comercial.

Visite o site e confira.

Palestrante de Motivação Cleiton Basso

http://cleitonbasso.com.br

Conheça também:

Palestrante Anacletoo Basso

http://anacletobasso.com.br


 


 

 

 



Escrito por Palestrante Cleiton Basso às 17h36
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APRENDENDO A NÃO CRIAR PROBLEMAS

Estava em uma palestra em Santa Catarina, quando alguém perguntou o que
fazer para evitar a criação de problemas. Acabei sorrindo e respondi que
uma maneira interessante  era aprender com os outros que viviam  tensos,
problemáticos e estressados. Quando  percebemos o quanto pessoas nervosas
são inconvenientes e insensatas fica fácil entender que não é bom para
ninguém ser assim. É notória a má impressão que a pessoa causa quando cria
uma confusão exagerada por coisas insignificantes. Quando constatar isso
em outra pessoa, lembre-se que não vale a pena ser parecido com ela. Isso
vale para qualquer ambiente, seja em casa, no trabalho ou na rua. E não há
dúvida que quem seguir pela linha da promoção da  tranqüilidade terá muito
mais probabilidade de alcançar o sucesso e a felicidade em seus dias. Já o
nervoso estará condenado a dificuldades cada vez maiores, afinal o mundo
está cada vez mais complexo e isso exige paciência, tranqüilidade e
inteligência emocional, caso contrário você poderá ser uma bomba armada e
sempre pronta a explodir, machucando a si e aos outros. Quando perceber
que alguém perder a calma por uma coisa insignificante, procure aprender
com  isso e utilize essa experiência para perceber quando é hora de
desarmar seu explosivo e evitar confusão. Utilize os exageros dos outros
para compreender e aprender, e verá surgirem muitas oportunidades para
treinar sua paciência e reagir à vida de forma inteligente.
Um dos momentos mais comuns e que geralmente acontece,  é quando a família
está almoçando e uma pessoa que se descontrola fácil constata que a salada
está com pouco tempero. Ao invés de criar uma solução, acaba explodindo e
ofendendo a pessoa responsável pela salada, como se essa tivesse planejado
criteriosamente a elaboração de um projeto para não deixar a salada a seu
contento. Parece uma coisa insignificante, mas é a partir de coisas assim
que começa a construção da “infelicidade”. O escritor Bruce Barton disse
em uma de suas frases eternizadas: “Por vezes, quando reflito sobre as
tremendas conseqüências que resultam das pequenas coisas... fico tentando
a pensar que não existem pequenas coisas”. O terrorismo emocional por
pequenas coisas, torna o ambiente pesado e impróprio para pessoas
sensatas, mas altamente preparado para pessoas com desajustes emocionais
criarem suas espetaculares confusões. Casamentos entram em crise,
relacionamentos entre pais e filhos vão por água a baixo ou a destruição
do clima no   trabalho são apenas algumas das conseqüências que a falta de
controle proporciona. O mais difícil de compreender, é que custa bem menos
aprendermos a ter controle de nossas palavras, do que as tempestades que o
descontrole promove, mesmo assim apostamos muito mais na certeza que
estamos certos ao gritar com um filho, desrespeitar a esposa ou liquidar
com o dia de um funcionário, do que parar, pensar e perceber que ao
rebaixarmos uma pessoa, estamos deixando de lado o maior motivo que nos
faz Seres Humanos: “O respeito e a racionalidade”. Quando nos momentos
corriqueiros do cotidiano deixamos nos guiar por extinto, tradições,
emoções negativas, fúria e stress, estamos dando um importante passo não
rumo ao futuro, mas sim rumo a um passado muito longínquo, onde o “Ser
Humano” não fazia parte da vida no Planeta Terra. Mas, e quanto aos
grandes problemas? Bom... Para os grandes problemas, a melhor resposta é:
SOLUÇÃO. Mas isso já é assunto para outra oportunidade. Palavras ditas
pelo escritor Robert Louis Stevenson trazem consigo muita sabedoria e
certamente poderiam nortear a vida de um homem feliz. Palavras que
intrinsecamente dizem o quão é valioso o respeito e que somente uma pessoa
que vive e promove a paz nos pequenos momentos diários pode proporcioná-lo
e recebê-lo: “O homem de sucesso é o que viveu bem, riu muitas vezes e
amou bastante; que conquistou o respeito dos homens inteligentes e o amor
das crianças; que galgou uma posição respeitada e cumpriu suas tarefas;
que deixou este mundo melhor do que encontrou, ao contribuir com uma flor
mais bonita, um poema perfeito ou uma alma resgatada; que jamais deixou de
apreciar a beleza do mundo ou falhou em expressá-la; que buscou o melhor
nos outros e deu o melhor de si”. Aposte nisso. Aprenda com as pessoas
nervosas a abrandar as reações na vida. Crie uma atmosfera de paz,
harmonia e tranqüilidade e não fique surpreso se acaso a felicidade vier
ao seu encontro.
O Autor:  Cleiton Basso é formado em Gestão Mercadológica. Conta com mais
de 10 anos de estudos e pesquisas nas áreas de relacionamento humano e
psicologia motivacional. Palestrante, tem efetuado inúmeras palestras em
todo o Brasil. Apresenta programas motivacionais em mais de 50 emissoras
de rádio em todo o Brasil. Site: www.cleitonbasso.com.br

Escrito por Palestrante Cleiton Basso às 16h55
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